Graham Oppy e o argumento cosmológico kalam
Nos últimos anos, o antigo argumento cosmológico kalam desfruta de uma espécie de renascimento. O argumento assume a forma de um silogismo simples:
O trabalho do Dr. Craig como filósofo e teólogo em publicações acadêmicas.
Nos últimos anos, o antigo argumento cosmológico kalam desfruta de uma espécie de renascimento. O argumento assume a forma de um silogismo simples:
O livro de Plantinga é uma abordagem semipopular dos conflitos, reais ou aparentes, entre ciência e religião, no sentido geral. Como estas disciplinas são concebidas de maneira tão geral, o cristão interessado em conflitos aparentes entre a ciência e o cristianismo bíblico provavelmente ficará um pouco decepcionado…
Lá por meados da década de 1960, a revista Time apresentou sua matéria principal pela qual a capa daquela edição ficou totalmente preta, com exceção de três palavras estampadas no fundo escuro com letras vermelhas brilhantes: “DEUS ESTÁ MORTO?”.
“A primeira pergunta que deveria ser feita”, escreveu G. W. Leibniz, é “por que existe algo, em vez de nada?”. [1]Esta pergunta parece conter uma profunda força existencial, sentida por alguns dos maiores pensadores da humanidade.
Existem provavelmente poucos eventos nos evangelhos para os quais os indícios históricos sejam mais convincentes do que a ressurreição de Jesus.
Muitos anos atrás, Robert Jastrow, conhecido escritor de ciência, eriçou as penas científicas, afirmando em seu pequeno livro God and the Astronomers [Deus e os astrônomos] [(1978), pp.
“Diversidade” é o lema da era pós-moderna. Em nenhum outro lugar isto fica tão evidente quanto no campo da teologia e ciências da religião.
Em 1985, um proeminente estudioso do Novo Testamento chamado Robert Funk fundou um grupo de pesquisa no Sul da Califórnia ao qual ele deu o nome de Jesus Seminar [Seminário Jesus].
No último texto, vimos que os documentos do Novo Testamento são as fontes históricas mais importantes para Jesus de Nazaré. Os chamados evangelhos apócrifos são falsificações que surgiram muito depois e são, na maior parte, elaborações a partir dos Quatro Evangelhos do Novo Testamento.
Dentre os Evangelhos canônicos, somente Mateus relata a intrigante história da colocação de guardas junto ao túmulo de Jesus (Mt. 27.62-66; 28.4, 11-15).
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